FRASE DA SEMANA

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Jonathan Goforth (1859-1936)




Quando ainda jovem, Jonathan Goforth adotou as palavras de Zacarias 4:6 como lema da sua vida: "Não por força nem por violência, mas pelo meu espírito, diz o Senhor dos Exércitos".

Minha mãe, quando eu e meus irmãos éramos ainda crianças, com desvelo incessante, nos ensinava as Escrituras e orava conosco. Uma coisa que teve grande influência sobre a minha vida foi o fato de minha mãe me pedir que lesse os salmos para ela em voz alta. Tinha apenas 5 anos quando comecei a fazer esse exercício, e achei a leitura fácil. Com a continuação, adquiri o costume de decorar as Escrituras, coisa que continuei a fazer grande proveito.

A Bíblia era o seu livro predileto, e costumava levantar-se duas horas mais cedo para estudar as Escrituras, antes de se ocupar em qualquer outro serviço do dia.

Um missionário veterano assim aconselhou a Goforth: "Os chineses têm tantos preconceitos contra o nome de Jesus, que você deve esforçar-se para demolir os deuses falsos e só depois mencionar o nome de Jesus, se houver oportunidade". Ao contar isso à sua esposa, Goforth exclamou indignado: "Nunca! Nunca! Nunca!" Em nenhum tempo ele se levantou para pregar sem a Bíblia aberta na mão.

Para manejar a "Espada do Espírito" com grande execução, Goforth a "afiava", estudando-a diariamente, sem falhar. Em vez de falar contra os ídolos, ele exaltava a Cristo crucificado. Isso atraía os pecadores a deixarem as suas vaidades.

Não se devem pensar que esses missionários escaparam de grandes tribulações. Não muito depois de chegarem à China, um incêndio destruiu todas as suas possessões terrestres.

Goforth teve um grande desapontamento ao chegar à Manchúria: os crentes não oravam como lhe prometeram fazer e a igreja estava dividida! Depois do primeiro culto, ele, sozinho no seu quarto, caiu de joelhos em desespero. E Deus respondeu à sua insistência, enviando tão grande desejo de oração às igrejas e tão profunda contrição pelo pecado, que elas não somente foram purificadas de toda classe de pecado, inclusive dos mais horrendos crimes, mas os perdidos, em grande número, vinham e eram salvos.


(trecho extraído literalmente do livro "Heróis da fé". Orlando Boyer. Ed: CPAD. 48ª impressão / Janeiro 2013. pgs. 229 a 246)

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